Reality Check: África do Sul


Ainda me lembro da primeira vez que um professor universitário abriu meus olhos para a forma como "África" ​​(e, claro, é geralmente tratada como uma unidade homogênea) é pintada na maioria dos principais meios de comunicação.

Desde então, tenho notado todas as vezes que palavras como "sem sentido", "caótico" ou "selvagem" aparecem em artigos sobre violência no continente, onde violência semelhante em outros lugares - nos Bálcãs, digamos, ou na Caxemira - pode receber mais nuances e contexto.

Esta semana, o Slate oferece esta rara verificação da realidade sobre a violência recente em municípios da África do Sul e sua cobertura na grande mídia dos EUA. Do artigo:

A cobertura mostra apenas vítimas em sofrimento, perpetradores violentos e um chefe de estado africano fracassado. Ao alocar estrangeiros, os pobres da África do Sul e o presidente nesses papéis e colocá-los uns contra os outros, os leitores e espectadores dos EUA nunca descobrem realmente o que xenofobia significa na África do Sul, exceto para a definição mais óbvia e familiar: o ódio de estrangeiros.

É uma leitura interessante - e deve ficar claro que o autor não está de forma alguma tentando minimizar a violência ou os danos causados, apenas tentando explicar os fatores históricos que dão ao 'estrangeiro' uma definição diferente (ou várias definições), em África do Sul, do que aquela a que estamos acostumados.


Assista o vídeo: Is the US military doing a fantastic job in Africa? UpFront Reality Check


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